Espaço dedicado as discussões sobre segurança do trabalho e Engenharia de Segurança do trabalho.

6.1.06

Introduçao à Segurança do Trabalho

Segurança do trabalho pode ser entendida como os conjuntos de medidas que são adotadas visando minimizar os acidentes de trabalho, doenças ocupacionais, bem como proteger a integridade e a capacidade de trabalho do trabalhador.
A Segurança do Trabalho estuda diversas disciplinas como Introdução à Segurança, Higiene e Medicina do Trabalho, Prevenção e Controle de Riscos em Máquinas, Equipamentos e Instalações, Psicologia na Engenharia de Segurança, Comunicação e Treinamento, Administração aplicada à Engenharia de Segurança, O Ambiente e as Doenças do Trabalho, Higiene do Trabalho, Metodologia de Pesquisa, Legislação, Normas Técnicas, Responsabilidade Civil e Criminal, Perícias, Proteção do Meio Ambiente, Ergonomia e Iluminação, Proteção contra Incêndios e Explosões e Gerência de Riscos.
O quadro de Segurança do Trabalho de uma empresa compõe-se de uma equipe multidisciplinar composta por Técnico de Segurança do Trabalho, Engenheiro de Segurança do Trabalho, Médico do Trabalho e Enfermeiro do Trabalho. Estes profissionais formam o que chamamos de SESMT - Serviço Especializado em Engenharia de Segurança e Medicina do Trabalho. Também os empregados da empresa constituem a CIPA - Comissão Interna de Prevenção de Acidentes, que tem como objetivo a prevenção de acidentes e doenças decorrentes do trabalho, de modo a tornar compatível permanentemente o trabalho com a preservação da vida e a promoção da saúde do trabalhador.
A Segurança do Trabalho é definida por normas e leis. No Brasil a Legislação de Segurança do Trabalho compõe-se de Normas Regulamentadoras, Normas Regulamentadoras Rurais, outras leis complementares, como portarias e decretos e também as convenções Internacionais da Organização Internacional do Trabalho, ratificadas pelo Brasil.

EDUCAÇÃO EM SEGURANÇA DO TRABALHO


Há pouco mais de duas décadas, a maioria das empresas brasileiras enxergava a comunicação interna como artigo supérfluo e descartável. Todavia, com o início da globalização, muitos empresários perceberam que teriam de acompanhar o que já se fazia há muito tempo na Europa e nos Estados Unidos: encarar a comunicação interna como instrumento indispensável para integração empresa/funcionário e, consequentemente, ter melhores índices de produtividade.
Acompanhando esse despertar das empresas percebe-se aí um espaço, um nicho, como forma de criar e difundir uma cultura voltada a saúde em especial uma política preventiva contra as doenças decorrentes dos processos laborais.
Outro nicho de mercado observado foi aquele que surgiu quando os empresários perceberam que seu principal capital é o seu colaborador, o seu funcionário e que tinham de ajudá-lo a pensar na saúde, na sua segurança, na educação dos filhos, na sua situação financeira. De modo geral as empresas não sabiam fazer isso. Era uma coisa totalmente nova. Tudo ficava restrito a reuniões da CIPA e de sinalização interna, o que era obrigatório. Esse é o detalhe: as empresas se preocupavam só com o que era obrigatório. Aí entrou uma nova filosofia, inicialmente com o foco principal voltado para a prevenção de acidentes. Aos poucos, novos projetos foram sendo desenvolvidos, como, por exemplo, os de dependência química, prevenção de acidentes no lar, economia, educação dos filhos, etc. Um ponto importante para o sucesso da empresa foi utilizar a linguagem da publicidade convencional para vender idéias aos funcionários. A utilizar todos os meios de comunicação disponíveis. Esta é a idéia dessa newsletter , que hoje se inicia, difundir idéias e conceitos que possam contribuir numa melhor qualidade de vida.